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	<title>Fundação Gilberto Salvador</title>
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		<title>Bem Vindo ao novo Website da FUNDAÇÃO GILBERTO SALVADOR!</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 16:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fgs.org.br/blog/?p=816</guid>
		<description><![CDATA[Bem vindo ao novo Website!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightbox" title="Screen shot 2010-08-31 at 1.30.41 PM" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Screen-shot-2010-08-31-at-1.30.41-PM.png" rel="lightbox[816]"><img class="alignnone size-large wp-image-820" title="Screen shot 2010-08-31 at 1.30.41 PM" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Screen-shot-2010-08-31-at-1.30.41-PM-1024x641.png" alt="" width="544" height="340" /></a></p>
<p>Bem-vindo ao novo Website da Fundação Gilberto Salvador. Aqui, agora, estamos colocando a disposição de todos, todas as informações relacionada em toda trajetória da FGS incluindo projetos, documentos, atas, história e informações de contato.</p>
<p>E também incluimos um blog nessa nova fase, objetivando um contato da Fundação mais próximo, publicando notícias e outras informações de referência.</p>
<p>Bem vindo, Clique em Tudo! Nos vemos por aqui!</p>
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		<title>2009 &#8211; Gênesis</title>
		<link>http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Formas e analogias A Exposição Gênesis com objetos tridimensionais, que Gilberto Salvador apresenta no Museu da Casa Brasileira, se mostra como um convite para os sentidos de diferentes visitantes. Nada de olhar desatento ou mensagens óbvias, pedindo tempo e pensamento para serem apreciadas, num diálogo entre as premissas do artista e a vivência de cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Formas e analogias</h3>
<p>A Exposição Gênesis com objetos tridimensionais, que Gilberto Salvador apresenta no Museu da Casa Brasileira, se mostra como um convite para os sentidos de diferentes visitantes. Nada de olhar desatento ou mensagens óbvias, pedindo tempo e pensamento para serem apreciadas, num diálogo entre as premissas do artista e a vivência de cada um.<br />
Sintoniza-se com as mais recentes tendências visuais, que se aproximam do passado, como um imenso dicionário, em que se buscam unidades, como palavras, para elaborar novas orações visuais. As escalas amigáveis em que se detém, ao lado da montagem no jardim do Museu permitem uma relação próxima e diferenciada, especialmente para os que lhe devolverem a mesma atenção dada pelo artista em cada detalhe.<br />
Configuram os mais recentes trabalhos, especialmente elaborados para esta exposição, propiciando uma série de formas, que o espectador encontrará, desafiando-nos a analisar os resultados, obtidos em longa carreira. Apaixonado pelas cores, formas, ritmos, movimento e um fazer primoroso revela como elementos constantes podem criar diferentes objetos.<br />
Possui obras implantadas em espaço público e em museus, nas mais variadas modalidades, abarcando pintura, escultura, tapeçaria, design gráfico e mesmo arquitetura, de breve duração. Formado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, logo se direcionou para as artes visuais, tendo realizado exposições, aqui e em diversas instituições, na cidade, no estado, no país e em outros.<br />
Os títulos são pistas, mas por vezes contrárias, querendo que a significação visual e lúdica seja compartilhada pelo público, o que não é habitual, pois em geral se deseja reconhecer algo pré-existente, o que não ocorre aqui. As obras carregam aspectos comuns a toda humanidade, trazendo formas geométricas regulares e irregulares, facilitando muito a interação com todos.<br />
Gilberto Salvador habitualmente trabalha com séries, diferenciando uma peça de outra, de modo a estimular um olhar especial, para captar as sutilezas formuladas, por vezes com ironia, em outras demandando concentração. Parte de formas geradoras, ou seja, a gênese. Cada matriz se desloca e se desvia, ora para a lateral, ora para direções opostas, pedindo para serem contornadas e permitindo na similaridade captar especificidades.</p>
<p>Ciça, 2009.</p>

<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/67_06-67' title='67_06-67'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/67_06-67-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="67_06-67" title="67_06-67" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/67_design-grafico' title='67_Design-Grafico'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/67_Design-Grafico-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="67_Design-Grafico" title="67_Design-Grafico" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/68_01-68' title='68_01-68'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/68_01-68-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="68_01-68" title="68_01-68" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/68_02-68' title='68_02-68'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/68_02-68-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="68_02-68" title="68_02-68" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/68_04-68a' title='68_04-68a'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/68_04-68a-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="68_04-68a" title="68_04-68a" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/68_05-68-ha-ha-ha-traco' title='68_05-68-ha-ha-ha-Traco'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/68_05-68-ha-ha-ha-Traco-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="68_05-68-ha-ha-ha-Traco" title="68_05-68-ha-ha-ha-Traco" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_00-atelierconsocacao69' title='69_00-atelierconsocacao69'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_00-atelierconsocacao69-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_00-atelierconsocacao69" title="69_00-atelierconsocacao69" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_00-jac-2' title='69_00-jac-(2)'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_00-jac-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_00-jac-(2)" title="69_00-jac-(2)" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/68_05-68a' title='68_05-68a'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/68_05-68a-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="68_05-68a" title="68_05-68a" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_08-69_-rodante-i_-com-dois-elementos' title='69_08-69_-Rodante-I_-com-dois-elementos'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_08-69_-Rodante-I_-com-dois-elementos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_08-69_-Rodante-I_-com-dois-elementos" title="69_08-69_-Rodante-I_-com-dois-elementos" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_08-69-rodante-i' title='69_08-69-Rodante-I'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_08-69-Rodante-I-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_08-69-Rodante-I" title="69_08-69-Rodante-I" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_08-69b' title='69_08-69b'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_08-69b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_08-69b" title="69_08-69b" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_08-69c' title='69_08-69c'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_08-69c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_08-69c" title="69_08-69c" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_mov1-a' title='69_mov1-a'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_mov1-a-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_mov1-a" title="69_mov1-a" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_mov3-a' title='69_mov3-a'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_mov3-a-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_mov3-a" title="69_mov3-a" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_mov3-d' title='69_mov3-d'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_mov3-d-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_mov3-d" title="69_mov3-d" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_bienal_robotica-2' title='69_bienal_robotica-(2)'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_bienal_robotica-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_bienal_robotica-(2)" title="69_bienal_robotica-(2)" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_bienal_robotica-10' title='69_bienal_robotica-(10)'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_bienal_robotica-10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_bienal_robotica-(10)" title="69_bienal_robotica-(10)" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_bienal_robotica-11' title='69_bienal_robotica-(11)'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_bienal_robotica-11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_bienal_robotica-(11)" title="69_bienal_robotica-(11)" /></a>
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<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_bienal_robotica-14' title='69_bienal_robotica-(14)'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_bienal_robotica-14-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_bienal_robotica-(14)" title="69_bienal_robotica-(14)" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_bienal_robotica' title='69_bienal_robotica'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_bienal_robotica-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_bienal_robotica" title="69_bienal_robotica" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_bienal_robotica-croqui-2006' title='69_bienal_robotica-croqui-2006'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_bienal_robotica-croqui-2006-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_bienal_robotica-croqui-2006" title="69_bienal_robotica-croqui-2006" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_roboticai_fiesp-2' title='69_roboticaI_fiesp-(2)'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_roboticaI_fiesp-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_roboticaI_fiesp-(2)" title="69_roboticaI_fiesp-(2)" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_roboticaii_fiesp-4' title='69_roboticaII_fiesp-(4)'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_roboticaII_fiesp-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_roboticaII_fiesp-(4)" title="69_roboticaII_fiesp-(4)" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_roboticaiii_fiesp' title='69_roboticaIII_fiesp'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_roboticaIII_fiesp-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_roboticaIII_fiesp" title="69_roboticaIII_fiesp" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/69_robotica-bienal-croqui-2006' title='69_robotica-bienal-croqui-2006'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_robotica-bienal-croqui-2006-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_robotica-bienal-croqui-2006" title="69_robotica-bienal-croqui-2006" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/04_29-04-elos-verm' title='04_29-04-elos-verm'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_29-04-elos-verm-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="04_29-04-elos-verm" title="04_29-04-elos-verm" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/05_12-05-brotos' title='05_12-05-Brotos'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/05_12-05-Brotos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="05_12-05-Brotos" title="05_12-05-Brotos" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/05_19-05-inseto' title='05_19-05-inseto'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/05_19-05-inseto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="05_19-05-inseto" title="05_19-05-inseto" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/05_20-05-cunha-2' title='05_20-05-cunha'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/05_20-05-cunha1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="05_20-05-cunha" title="05_20-05-cunha" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/07_16-07-ziper-garra-a' title='07_16-07-Ziper-Garra-A'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/07_16-07-Ziper-Garra-A-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="07_16-07-Ziper-Garra-A" title="07_16-07-Ziper-Garra-A" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/07_19-07-3' title='07_19-07-(3)'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/07_19-07-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="07_19-07-(3)" title="07_19-07-(3)" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/07_23-07-lagosta-rodante' title='07_23-07-Lagosta-Rodante'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/07_23-07-Lagosta-Rodante-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="07_23-07-Lagosta-Rodante" title="07_23-07-Lagosta-Rodante" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/07_24-07-dna' title='07_24-07-DNA'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/07_24-07-DNA-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="07_24-07-DNA" title="07_24-07-DNA" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/07_25-07-lagostinha-a' title='07_25-07-Lagostinha-A'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/07_25-07-Lagostinha-A-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="07_25-07-Lagostinha-A" title="07_25-07-Lagostinha-A" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/07_28-07-a5' title='07_28-07-a5'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/07_28-07-a5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="07_28-07-a5" title="07_28-07-a5" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_01-08-broto-de-feijao' title='08_01-08-Broto-de-Feijão'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_01-08-Broto-de-Feijão-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_01-08-Broto-de-Feijão" title="08_01-08-Broto-de-Feijão" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_02-08-parafuso-a' title='08_02-08-Parafuso-A'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_02-08-Parafuso-A-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_02-08-Parafuso-A" title="08_02-08-Parafuso-A" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_03-08_esferopeia_c-3' title='08_03-08_Esferopéia_c-(3)'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_03-08_Esferopéia_c-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_03-08_Esferopéia_c-(3)" title="08_03-08_Esferopéia_c-(3)" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_04-08-gyne' title='08_04-08-Gyné'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_04-08-Gyné-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_04-08-Gyné" title="08_04-08-Gyné" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_05-08-jatoba-i-a' title='08_05-08-Jatobá-I-A'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_05-08-Jatobá-I-A-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_05-08-Jatobá-I-A" title="08_05-08-Jatobá-I-A" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_06-08-ziper-escorpiao' title='08_06-08-Zíper-Escorpião'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_06-08-Zíper-Escorpião-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_06-08-Zíper-Escorpião" title="08_06-08-Zíper-Escorpião" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_07-08-lagosta' title='08_07-08-Lagosta'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_07-08-Lagosta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_07-08-Lagosta" title="08_07-08-Lagosta" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_09-08-parafuso-bordeaux' title='08_09-08-Parafuso-Bordeaux'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_09-08-Parafuso-Bordeaux-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_09-08-Parafuso-Bordeaux" title="08_09-08-Parafuso-Bordeaux" /></a>
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<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_20-08-cupuacu-ii' title='08_20-08-Cupuaçu-II'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_20-08-Cupuaçu-II-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_20-08-Cupuaçu-II" title="08_20-08-Cupuaçu-II" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_22-08-tatu-parafuso' title='08_22-08-Tatu-Parafuso'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_22-08-Tatu-Parafuso-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_22-08-Tatu-Parafuso" title="08_22-08-Tatu-Parafuso" /></a>
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<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_25-08-jatoba-iv' title='08_25-08-Jatobá-IV'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_25-08-Jatobá-IV-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_25-08-Jatobá-IV" title="08_25-08-Jatobá-IV" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_26-08-tatu-parafuso-de-bronze' title='08_26-08-Tatu-Parafuso-de-Bronze'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_26-08-Tatu-Parafuso-de-Bronze-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_26-08-Tatu-Parafuso-de-Bronze" title="08_26-08-Tatu-Parafuso-de-Bronze" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_27-08-cupuacu-iii' title='08_27-08-Cupuaçu-III'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_27-08-Cupuaçu-III-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_27-08-Cupuaçu-III" title="08_27-08-Cupuaçu-III" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_28-08-ziper-amarelo' title='08_28-08-Ziper-Amarelo'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_28-08-Ziper-Amarelo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_28-08-Ziper-Amarelo" title="08_28-08-Ziper-Amarelo" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_29-08-ziper-duplo-amarelo' title='08_29-08-Ziper-Duplo-Amarelo'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_29-08-Ziper-Duplo-Amarelo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_29-08-Ziper-Duplo-Amarelo" title="08_29-08-Ziper-Duplo-Amarelo" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_33-08-paracue' title='08_33-08-Paracuê'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_33-08-Paracuê-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_33-08-Paracuê" title="08_33-08-Paracuê" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_34-08-nuvola-damour' title='08_34-08-Núvola-D&#039;amour'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_34-08-Núvola-Damour-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_34-08-Núvola-D&#039;amour" title="08_34-08-Núvola-D&#039;amour" /></a>
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<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_39-08-ziper-pitanguinha-b' title='08_39-08-Ziper-Pitanguinha-B'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_39-08-Ziper-Pitanguinha-B-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_39-08-Ziper-Pitanguinha-B" title="08_39-08-Ziper-Pitanguinha-B" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_40-08-rabo-do-tatu' title='08_40-08-Rabo-do-Tatu'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_40-08-Rabo-do-Tatu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_40-08-Rabo-do-Tatu" title="08_40-08-Rabo-do-Tatu" /></a>
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<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_45-08-paracuteco-b' title='08_45-08-Paracuteco-B'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_45-08-Paracuteco-B-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_45-08-Paracuteco-B" title="08_45-08-Paracuteco-B" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_55-08-maritaca' title='08_55-08-Maritaca'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_55-08-Maritaca-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_55-08-Maritaca" title="08_55-08-Maritaca" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/08_56-08-mostarda' title='08_56-08-Mostarda'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/08_56-08-Mostarda-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08_56-08-Mostarda" title="08_56-08-Mostarda" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/09_01-09-nuvola-amarela' title='09_01-09-Nuvola-Amarela'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/09_01-09-Nuvola-Amarela-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="09_01-09-Nuvola-Amarela" title="09_01-09-Nuvola-Amarela" /></a>
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<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/09_06-09-bandeira' title='09_06-09-Bandeira'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/09_06-09-Bandeira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="09_06-09-Bandeira" title="09_06-09-Bandeira" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/09_07-09-tripholio-1' title='09_07-09-Tripholio-1'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/09_07-09-Tripholio-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="09_07-09-Tripholio-1" title="09_07-09-Tripholio-1" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/09_08-09-sementario-negro-v' title='09_08-09-Sementário-Negro-V'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/09_08-09-Sementário-Negro-V-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="09_08-09-Sementário-Negro-V" title="09_08-09-Sementário-Negro-V" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/genesis-2/09_13-09-a-onda' title='09_13-09-A-Onda'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/09_13-09-A-Onda-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="09_13-09-A-Onda" title="09_13-09-A-Onda" /></a>

<h3>Objetivo</h3>
<p>Esta exposição foi definida em três módulos que perfazem uma leitura conceitual da poética do artista Gilberto Salvador, sobre uma temática da origem da vida.<br />
Em uma primeira etapa, foi elaborada uma série de peças com movimentos cinéticos onde as sementes fluem, vivem se desenvolvem, enfim, existem em contextos líquidos, mecânicos, cromáticos, gravitacionais específicos, como se estivessem dentro de organismos vivos.<br />
Em segundo momento elas florescem, se arraigam, brotam e se posicionam como se esperassem o momento certo de se acomodar em espaços próprios para sua continuidade existencial.<br />
O último é composto por peças mais antigas que integram uma série de “ninfas” elaboradas independente deste contexto da exposição e que foram integradas por mim, como um entendimento da feminilidade da “gênesis” de nosso universo vivencial. São os “receptáculos das sementes”.<br />
O contraponto constante entre o geométrico e o gestual, o orgânico e o planejado, o químico e o mineral, que de certa forma sempre foi uma constante na obra deste artista, fica evidente e talvez seja uma porta aberta para uma leitura direta daquilo que Gilberto Salvador entende por interesse espiritual, mas essencialmente científico da vida.<br />
Esta exposição, que será montada em espaço gerenciado por Ana Claudia Roso Escritório de Arte, em São Paulo deverá apresentar três aspectos da obra do artista e será desenvolvida com peças tridimensionais elaboradas em técnicas diversas para a mesma.<br />
As quatro primeiras peças vão requerer um suporte logístico de apoio mecânico desenvolvido com mecanismos elétricos e eletrônicos para sua apresentação, assim como suportes de diversos materiais, tais como acrílico, aço inoxidável, peças de poliestirenos extrudados, assim como suportes de madeiras com acabamentos diversos.<br />
As três peças que estarão incluídas no segundo módulo da mostra serão desenvolvidas em fibra de vidro, bronze fundido, com cera perdida, madeiramento e pinturas plolivinílicas.     O terceiro módulo será composto de três peças de parede, que serão desenvolvidas com madeira, telas, peças de alumínio, pinturas acrílicas e seis desenhos recentes.<br />
Para esta exposição será elaborado catálogo documental da mesma assim como uma documentação digital multimídia que também servirá de apoio para divulgação e entendimento do seu conteúdo. Para tanto deverá haver além de um texto do artista, um texto da curadoria da mostra e outro de um crítico de arte sobre a proposta deste projeto.</p>
<h3>Justificativa</h3>
<p>Nos últimos cinco anos o artista plástico Gilberto Salvador tem desenvolvido seu trabalho utilizando-se do tridimensional para seu discurso e vem elaborando uma série de peças de onde foram selecionadas as que incorporarão esta mostra.                A exposição &#8220;Gênesis&#8221;, que hora apresentamos, tem uma importância significativa em seu percurso, pois mostra uma síntese de seu processo criativo e suas relações com a gênesis do mundo e sua visão da natureza, que com o uso de esculturas, relevos e instalações deverão formar um conjunto de peças que se interrelacionem na poética que ele propõe.<br />
As peças do primeiro módulo necessitarão de suportes específicos executados em madeira e acrílico transparente, assim como uma motorização elétrica e componente eletrônicos de uso de tempo, permitindo a apresentação cinética das mesmas e uma iluminação específica, com o uso de gás néon e spots especiais.                    O segundo módulo da exposição constará de uma instalação e apresentação de três peças desenvolvidas em fibra de vidro e bronze patinado. Para esta montagem o uso de materiais diversos na produção acarretará em um resultado inovador na seqüência de exposições que o artista vem fazendo nos últimos cinco anos. Pois a própria exposição passa a ser uma obra em si.<br />
O terceiro módulo será de menor custo de produção, pois será composto de três peças mais antigas e seis desenhos recentes, que deverão ficar em caixas de acrílico transparentes que seguem a proposta estética proposta pelo artista.    Para montagem da mostra o espaço de exposição deverá seguir uma configuração arquitetônica determinada pela curadoria da mostra, pois este dado é de vital importância para leitura que o artista propõe para o conjunto.<br />
A elaboração do catálogo documental deverá registrar boa parte do processo de produção destas peças, assim como de suas configurações finais, de modo a cumprir não somente o papel documental da proposta do artista, mas também ser um elemento didático de forma a cumprir um papel essencial na divulgação de tal produção junto ao público comum, mas principalmente os estudantes de arte. Sendo que mídias eletrônicas deverão também incluir tal documentação.</p>
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		<title>2008 &#8211; Guaíra</title>
		<link>http://www.fgs.org.br/blog/guaira</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Objetivos O presente projeto tem como objetivo a implantação de uma escultura da renomada artista Tomie Ohtake no Parque dos Maracás, situado no centro urbano de Guairá, no Estado de São Paulo. Para esta cidade, Burle Marx idealizou, no Parque Ecológico Maracá, um espaço reservado para Arte Tridimensional. A escultura de Tomie Ohtake foi desenvolvida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a class="lightbox" title="tomie" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/tomie.jpg" rel="lightbox[417]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-427" title="tomie" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/tomie-150x150.jpg" alt="" width="80" height="80" /></a> <a class="lightbox" title="IMG_9622---Montagem-da-Escultura-de-Tomie-Ohtake-iniciada-em-02-06" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/IMG_9622-Montagem-da-Escultura-de-Tomie-Ohtake-iniciada-em-02-06.jpg" rel="lightbox[417]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-422" title="IMG_9622---Montagem-da-Escultura-de-Tomie-Ohtake-iniciada-em-02-06" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/IMG_9622-Montagem-da-Escultura-de-Tomie-Ohtake-iniciada-em-02-06-150x150.jpg" alt="" width="82" height="82" /></a> <a class="lightbox" title="IMG_9676---Placa-a-ser-decerrada-no-dia-19-07" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/IMG_9676-Placa-a-ser-decerrada-no-dia-19-07.jpg" rel="lightbox[417]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-423" title="IMG_9676---Placa-a-ser-decerrada-no-dia-19-07" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/IMG_9676-Placa-a-ser-decerrada-no-dia-19-07-150x150.jpg" alt="" width="81" height="81" /></a> <a class="lightbox" title="IMG_9694---Montagem-da-escultura-concluída" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/IMG_9694-Montagem-da-escultura-concluída.jpg" rel="lightbox[417]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-424" title="IMG_9694---Montagem-da-escultura-concluída" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/IMG_9694-Montagem-da-escultura-concluída-150x150.jpg" alt="" width="80" height="80" /></a> <a class="lightbox" title="guaira-(1)---Copy" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/guaira-1-Copy.jpg" rel="lightbox[417]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-420" title="guaira-(1)---Copy" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/guaira-1-Copy-150x150.jpg" alt="" width="81" height="81" /></a> <a class="lightbox" title="IMG_9764---Visão-noturna-da-obra" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/IMG_9764-Visão-noturna-da-obra.jpg" rel="lightbox[417]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-425" title="IMG_9764---Visão-noturna-da-obra" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/IMG_9764-Visão-noturna-da-obra-150x150.jpg" alt="" width="81" height="81" /></a> <a class="lightbox" title="IMG_9827---Ídem-9764" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/IMG_9827-Ídem-9764.jpg" rel="lightbox[417]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-426" title="IMG_9827---Ídem-9764" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/IMG_9827-Ídem-9764-150x150.jpg" alt="" width="81" height="81" /></a></h3>
<h3>Objetivos</h3>
<p>O presente projeto tem como objetivo a implantação de uma escultura da renomada artista Tomie Ohtake no Parque dos Maracás, situado no centro urbano de Guairá, no Estado de São Paulo.</p>
<p>Para esta cidade, Burle Marx idealizou, no Parque Ecológico Maracá, um espaço reservado para Arte Tridimensional. A escultura de Tomie Ohtake foi desenvolvida especialmente para este espaço, chamado de Jardim das Esculturas, do projeto paisagístico desta cidade. Para dar seqüência ao projeto de instalação definitiva do Jardim das Esculturas, a Prefeitura Municipal de Guaíra e a Fundação Cultural e Artística Gilberto Salvador instituíram o Concurso Nacional de Arte Pública Tridimensional de Guairá.</p>
<p>Este Museu será uma referência da arte tridimensional brasileira. Será formado por um núcleo inicial de 8 esculturas de artistas que foram selecionados a partir do Concurso Nacional de Arte Tridimensional para o Parque dos Maracás (Encaminhamos anexo o Regulamento do Concurso). O concurso, de âmbito nacional, teve 72 artistas inscritos. Foi lançado em 2005 e teve seu resultado do Decreto 3193 publicado em 28 de abril de 2006, no jornal &#8220;O Guaíra&#8221;. Definiu os seguintes artistas para o núcleo inicial do Museu: José Spaniol, Fábio Miguez, Wagner Malta, Ricardo Ribenboim, Arnaldo Bataglini, Maria Bonomi (hors concurs), Cláudio Tozzi (hors concurs) e Tomie Ohtake (hors concurs).</p>
<p>A obra de Tomie Ohtake, objeto do presente projeto, será a primeira escultura do Museu a Céu Aberto do Parque dos Maracás.</p>
<p>Para criação deste Museu Aberto do Parque dos Maracás a Prefeitura de Guaíra está investindo maciçamente na recuperação do Parque. Para viabilização do Museu elaborou um Plano Diretor, por meio de um Edital de Concorrência, para a área, executado por uma equipe de arquitetos e urbanistas. O Plano Diretor prevê os diagnósticos urbanísticos, ambientais e funcionais do parque, um plano de complementação e suplementação de massa vegetal, um plano de atividades culturais, um plano de atividades recreativas, políticas de gestão e um estudo preliminar de paisagismo.</p>
<h3>Justificativa</h3>
<p>Fazer Guaíra, um município cuja economia é voltada quase que totalmente para o agronegócio, tornar-se um pólo de referência da cultura contemporânea na área das artes plásticas, é um ato que revoluciona a cultura do interior do país e é, antes de quaisquer considerações, uma proposta de vanguarda e um exemplo a ser seguido no país.</p>
<p>A criação do Museu Aberto do Parque dos Maracás em Guaíra, um município no extremo noroeste do estado de São Paulo, em uma zona tipicamente agrícola, fora do tradicional eixo Rio/São Paulo está alinhado com a política de desenvolvimento cultural que tanto almejamos para o nosso país e defendida por este digno Ministério da Cultura.</p>
<p>A implantação da escultura da renomada artista plástica Tomie Ohtake mudará não apenas a história da cidade, mas será um importante estímulo à difusão da arte em espaços públicos no Brasil. A inauguração, por meio deste projeto, do Museu Aberto do Parque dos Maracás, é uma importante forma de democratizar o acesso à cultura no país e servirá de exemplo para incentivar iniciativas como esta que aproximam a população da arte e conseqüentemente propiciam um novo espaço comunitário.</p>
<p>O projeto está intimamente inserido na política de inclusão cultural que a Fundação Cultural e Artística Gilberto Salvador vem trabalhando nos últimos 5 anos com inserção de obras em espaços públicos.</p>
<p>Sua vertente ideológica, de implementação de arte tridimensional contemporânea em área projetada pelo paisagista Roberto Burle Marx no centro do Município, pretende desenvolver o turismo cultural gerando benefícios de toda ordem para a região, como com toda certeza para o país.</p>
<p>Além de todas as vantagens para a região, especificamente, esta iniciativa é de grande importância em âmbito nacional, pois a implementação de um museu a céu aberto incentiva a difusão da arte em espaços públicos, tão importante e pouco difundida no Brasil.</p>
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		<title>2006 &#8211; Reflexões Visuais</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reflexões Visuais No processo criativo de Gilberto Salvador, o pensamento dialético é um suporte conceitual que se manifesta em duas principais direções: orgânico/geométrico e construção/desconstrução. Orgânico e geométrico se articulam na própria ação manipuladora do material, uma vez que o artista trabalha formas abstratas geométricas em um processo construtivo semelhante ao de plantas ou de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Reflexões Visuais</h3>
<p>No processo criativo de Gilberto Salvador, o pensamento dialético é um suporte conceitual que se manifesta em duas principais direções: orgânico/geométrico e construção/desconstrução. Orgânico e geométrico se articulam na própria ação manipuladora do material, uma vez que o artista trabalha formas abstratas geométricas em um processo construtivo semelhante ao de plantas ou de outros organismos vivos. As obras resultam como uma manifestação desse pensamento dialético em conexão com o próprio material em que são feitas, rompendo a coerência entre os elementos isolados, mas permitindo que o observador se identifique com imagens reconhecíveis.<br />
Ao transformar massas físicas em planos pictóricos e estruturas, o artista processa uma transformação formal que não acontece de maneira evidente. Por isso, não interessa se percebemos ou não as figuras com cujos títulos o artista maliciosamente batiza cada trabalho – cadeados, elos, fitas ou sementes &#8211; são meros desvios do pensamento. O essencial é que, em cada obra, existe um processo criativo que se desenvolve em uma sequência coerente, em que orgânico e inorgânico disputam palmo a palmo a hegemonia processada em uma desarticulação e rearticulação da imagem, produzida pelo autor e refeita visualmente pelo espectador. Assim, cúmplice nesta dialética, o público é o elo final da cadeia que Gilberto Salvador instaura com seus processos criativos.<br />
A experiência do espaço na obra escultórica se relaciona com o estar no mundo do espectador, mas também com uma espacialidade proposta pelo artista. Em princípio, existem duas maneiras de propor este relacionamento: oferecendo a vivência do trabalho como uma construção física em torno da qual o espectador pode se deslocar; ou, então, diretamente em frente à obra, de forma a experimentá-la pictoricamente, como espaço planificado.<br />
A produção de Gilberto Salvador, apresentada nesta exposição, transita entre essas duas modalidades de experiência. A estética da ambigüidade visual que persegue está diretamente associada às estratégias em que um determinado plano parece deslocar-se pelo espaço, à medida que o observador escolhe um número de leituras ou observações possíveis desde sua localização externa até a obra.<br />
Nos anos 60, no Salão Jovem Artista do MAC e na Bienal de São Paulo, Gilberto Salvador iniciava sua trajetória, expondo ousadas peças em metal e policromia. Essas propostas, bastante próximas ao exercício da arquitetura que ele também desenvolvia na época, marcam uma experimentação que ele retoma hoje com as esculturas da presente exposição.<br />
Os trabalhos que integraram a X Bienal Internacional de são Paulo, em 1969, estavam inseridos em uma temática sobre a robótica, a partir de um texto de Isaac Assimov, “Eu, o robô”. As criações expostas no III Salão Jovem Artista refletem as superfícies, umas nas outras, levando ao aparecimento de geometrias que não fazem parte do formato físico da obra. O que se mantém visível é a trama interna dos cubos e das esferas coloridas, ao indicar as formas da escultura e do espaço.</p>

<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/copia-de-05_26-05ped' title='Cópia-de-05_26-05ped'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Cópia-de-05_26-05ped-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cópia-de-05_26-05ped" title="Cópia-de-05_26-05ped" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/2006-9-4' title='2006-9'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/2006-93-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2006-9" title="2006-9" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/69_bien' title='69_bien'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_bien-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_bien" title="69_bien" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/69_bied' title='69_bied'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_bied-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_bied" title="69_bied" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/69_biea' title='69_biea'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/69_biea-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="69_biea" title="69_biea" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/06_17-06a' title='06_17-06a'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/06_17-06a-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="06_17-06a" title="06_17-06a" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/06_16-06c' title='06_16-06c'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/06_16-06c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="06_16-06c" title="06_16-06c" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/06_14-06ped' title='06_14-06ped'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/06_14-06ped-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="06_14-06ped" title="06_14-06ped" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/06_13-06ped' title='06_13-06ped'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/06_13-06ped-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="06_13-06ped" title="06_13-06ped" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/06_12-06ped' title='06_12-06ped'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/06_12-06ped-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="06_12-06ped" title="06_12-06ped" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/06_10-06a' title='06_10-06a'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/06_10-06a-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="06_10-06a" title="06_10-06a" /></a>
<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/06_09-06g' title='06_09-06g'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/06_09-06g-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="06_09-06g" title="06_09-06g" /></a>
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<a href='http://www.fgs.org.br/blog/reflexoes-visuais/05_19-05ped' title='05_19-05ped'><img width="150" height="150" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/05_19-05ped-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="05_19-05ped" title="05_19-05ped" /></a>
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		<title>2006 &#8211; Narrativas</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:26:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[RODRIGO DE HARO &#8211; Narrativas OBJETIVOS O objetivo dessa mostra foi expor a produção recente do artista plástico Rodrigo de Haro, que é uma das principais expressões artística de Santa Catarina. A exposição contou com uma mostra de 15 a 20 obras, pinturas sobre tela, e efetivada na Galeria Múltipla em São Paulo, em meados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>RODRIGO DE HARO &#8211; Narrativas</h3>
<p><a class="lightbox" title="Capa-folder-Rodrigo-Haro" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Capa-folder-Rodrigo-Haro.jpg" rel="lightbox[435]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-453" title="Capa-folder-Rodrigo-Haro" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Capa-folder-Rodrigo-Haro-150x150.jpg" alt="" width="85" height="85" /></a> <a class="lightbox" title="folder-Rodrigo-Haro-1" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-1.jpg" rel="lightbox[435]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-454" title="folder-Rodrigo-Haro-1" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-1-150x150.jpg" alt="" width="85" height="85" /></a> <a class="lightbox" title="folder-Rodrigo-Haro-2" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-2.jpg" rel="lightbox[435]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-455" title="folder-Rodrigo-Haro-2" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-2-150x150.jpg" alt="" width="85" height="85" /></a> <a class="lightbox" title="folder-Rodrigo-Haro-3" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-3.jpg" rel="lightbox[435]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-457" title="folder-Rodrigo-Haro-3" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-3-150x150.jpg" alt="" width="85" height="85" /></a> <a class="lightbox" title="folder-Rodrigo-Haro-4" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-4.jpg" rel="lightbox[435]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-458" title="folder-Rodrigo-Haro-4" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-4-150x150.jpg" alt="" width="85" height="85" /></a> <a class="lightbox" title="folder-Rodrigo-Haro-5" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-5.jpg" rel="lightbox[435]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-459" title="folder-Rodrigo-Haro-5" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-5-150x150.jpg" alt="" width="85" height="85" /></a> <a class="lightbox" title="folder-Rodrigo-Haro-6" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-6.jpg" rel="lightbox[435]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-460" title="folder-Rodrigo-Haro-6" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-6-150x150.jpg" alt="" width="84" height="84" /></a> <a class="lightbox" title="folder-Rodrigo-Haro-7" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-7.jpg" rel="lightbox[435]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-461" title="folder-Rodrigo-Haro-7" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-7-150x150.jpg" alt="" width="85" height="85" /></a> <a class="lightbox" title="folder-Rodrigo-Haro-8" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-8.jpg" rel="lightbox[435]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-462" title="folder-Rodrigo-Haro-8" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/folder-Rodrigo-Haro-8-150x150.jpg" alt="" width="85" height="85" /></a></p>
<h3>OBJETIVOS</h3>
<p>O objetivo dessa mostra foi expor a produção recente do artista plástico Rodrigo de Haro, que é uma das principais expressões artística de Santa Catarina.<br />
A exposição contou com uma mostra de 15 a 20 obras, pinturas sobre tela, e efetivada na Galeria Múltipla em São Paulo, em meados de agosto.</p>
<h3>JUSTIFICATIVA</h3>
<p>&#8220;O artista catarinense Rodrigo de Haro mostra seu mergulho em direção a uma escrita escondida no inconsciente dos homens. Para isso, utiliza-se de vistosas formas art nouveau e de figuras orientais. Uma aproximação que não é estranha à arte ocidental. (&#8230;) Rodrigo de Haro é artista de uma linha que se convencionou chamar de fantástica, de escrita quase automática, plena de fantasia e intenções. A vantagem que o dadaísmo e o surrealismo nos legaram foi a possibilidade de tornar o inconsciente, com sua simbologia, acessível ao trabalho artístico, mediante o uso de uma técnica chamada de automatismo. Como se o artista abrisse as comportas do seu mundo oculto e, sem nenhuma censura, cristalizasse esse mundo em forma e cor. Rodrigo de Haro é quase fiel a esses primórdios do surrealismo. Artista contemporâneo, ele trabalha sua pintura com elementos diversificados. Procura que ela seja abrangente, utilizando simultaneamente técnicas de cartaz, surreais e uma anedótica ilustração oriental. (&#8230;).&#8221;<br />
Jacob Klintowitz</p>
<p>A justificativa se dá ao fato de São Paulo não apreciar suas obras desde 1984, data de sua ultima exposição, sendo esta uma grande oportunidade para apreciarmos o seu trabalho.</p>
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		<title>2005 &#8211; AUI</title>
		<link>http://www.fgs.org.br/blog/aui</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um Olhar no Futuro. Sua história, por seus protagonistas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Objetivo</h3>
<p>A edição de um livro documental da produção cultural da Associação Universitária Interamericana e suas correlações dentro do contexto cultural brasileiro.<br />
A idéia desta produção é documentar toda uma trajetória de vagens de estudo que a Associação Universitária Interamericana promoveu com brasileiros produtores culturais emergentes, na década de 70, o que resultou em produções interessantes, instigantes em diversas áreas da cultura e inteligência no país. Para citar 3 exemplos significativos segue:<br />
• Músico – Alceu Valença<br />
• Engenheiro – Dr. Cristiano Kok<br />
• Economista – Pedro Malan<br />
E outros mais em diversas áreas.<br />
Este livro deverá ser distribuído nas faculdades de sociologia brasileiras e nas faculdades de geografia, história e artes.</p>
<h3>Justificativa</h3>
<p>Entre 1962 e 1971 operou no Brasil a Associação Universitária Interamericana – AUI com o apoio das empresas americanas aqui instaladas, proporcionando a quase 900 estudantes universitários brasileiros uma experiência ímpar de conhecimento da realidade norte-americana, através de um programa de convívio com famílias, um curso de verão na Universidade de Harvard e um ciclo de visitas a Washington e New York, informando-os da forma de operar do executivo, do legislativo e do judiciário norte-americanos.<br />
O programa incluía a visita a órgãos e instituições internacionais com sede naquele país (ONU e OEA) e aos principais centros de excelência em pesquisa científica e tecnológica, além de propiciar grandes debates sobre a economia, artes, sociologia e política latino-americana e mundial.</p>
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		<title>2005 &#8211; Rioja</title>
		<link>http://www.fgs.org.br/blog/rioja</link>
		<comments>http://www.fgs.org.br/blog/rioja#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 22:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Exposição Exposição individual de recentes recortes &#8211; telas sobre madeira montada, do artista Gilberto Salvador na Galeria Múltipla, com o apoio da QG Comunicação, São Paulo, SP. Em 1967 e 1968 comecei a dirigir meu trabalho para uma relação de linguagem plástica á tecnologias industriais, assim como processos eletrônicos e computadorizados na obtenção de formas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: left;">Exposição</h4>
<p>Exposição individual de recentes recortes &#8211; telas sobre madeira montada, do artista Gilberto Salvador na Galeria Múltipla, com o apoio da QG Comunicação, São Paulo, SP.</p>
<p>Em 1967 e 1968 comecei a dirigir meu trabalho para uma relação de linguagem plástica á tecnologias industriais, assim como processos eletrônicos e computadorizados na obtenção de formas e suas correlações espaciais . É nesta época que produzo a série de esculturas rodantes, com as quais participo de alguns salões oficiais e produzo algumas em séries para serem distribuídas como múltiplos. Nestas peças a função lúdica era importante, pois, era minha intenção ter uma participação ativa do público, como se esta ação fosse o elemento orgânico que completava a composição estética. Nestes trabalhos o fator tecnológico tinha o objetivo de, na procura de novos suportes e materiais, levar a uma expressão que ultrapassasse o aspecto estético, mas com uma identificação contemporânea da relação arte/produção/público, onde a ação participativa era fundamental no contexto político social da época. Quando em 1969, na X Bienal Internacional de São Paulo, apresentei um conjunto de esculturas em aço inoxidável elaboradas geometricamente, obedecendo uma lógica matemática e dentro delas emanava uma iluminação animada eletronicamente, compondo com manchas vermelhas que se espraiavam no salão. Eu propunha uma discussão entre a lógica e o emocional, entre o robô e o homem, em suma, entre o métrico e o gestual. Esta questão está em toda minha obra nos últimos 40 anos, de forma direta, ou, ás vezes, com sutis sugestões na temática ou na linguagem. Nesta mostra a relação está evidente, de forma concisa na geometria que estrutura as composições, com quadrados, curvas e retas gerando planos, que com definições de cores se justapõem a gestos orgânicos, penetrantes, impulsivos, lascivos e, ás vezes, invasivos.</p>
<p>As cores usadas nestas peças seguem uma escolha, que serve para suporte do conceito básico. A paleta não segue um padrão normal encontrado no mercado, e tive que, em inúmeras vezes, montar as tintas usando produtos incomuns para obtenção dos efeitos cromáticos, onde substâncias como o grafite e o alumínio foram acrescentados na paleta modular comum. Com isto, consegui uma relação de tons com uma modulação própria, onde o contraponto cromático na criação dos planos fica por conta de cores puras. Levando para o plano da pintura o mesmo discurso conceitual que origina o trabalho, e neste contexto os gestos entram como se simbolizasse a ação humana de forma ocasional, irracional e emocional. Enfim, acredito que, nesta exposição minhas obras consigam resumir um discurso constante, que obriga o observador a uma atenção ás sutilezas das formas e cores, com um afastamento de questões literárias, para aprofundamento da plasticidade como linguagem. A lógica é um instrumento e não um fim.</p>
<h4>Obras</h4>
<p><a class="lightbox" title="abacate" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/abacate.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-385" title="abacate" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/abacate-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Alvi-Negro" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Alvi-Negro.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-386" title="Alvi-Negro" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Alvi-Negro-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Arco-Nubio" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Arco-Nubio.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-387" title="Arco-Nubio" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Arco-Nubio-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a class="lightbox" title="Azul" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Azul.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-388" title="Azul" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Azul-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Azulzinha" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Azulzinha.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-389" title="Azulzinha" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Azulzinha-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Branco" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Branco.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-390" title="Branco" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Branco-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a class="lightbox" title="Laranja" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Laranja.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-392" title="Laranja" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Laranja-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Magenta" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Magenta.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-393" title="Magenta" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Magenta-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Ninfa-Nubia" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Ninfa-Nubia.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-394" title="Ninfa-Nubia" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Ninfa-Nubia-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a class="lightbox" title="Sabonete" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Sabonete.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-396" title="Sabonete" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Sabonete-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Solaris....Sol.." href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Solaris....Sol_...jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-397" title="Solaris....Sol.." src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Solaris....Sol_..-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Tango-Violeta" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Tango-Violeta.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-398" title="Tango-Violeta" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Tango-Violeta-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a class="lightbox" title="Visada-Azul-do-meu-ego" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Visada-Azul-do-meu-ego.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-399" title="Visada-Azul-do-meu-ego" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Visada-Azul-do-meu-ego-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Ziriab" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Ziriab.jpg" rel="lightbox[156]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-400" title="Ziriab" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Ziriab-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
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		<title>2005 &#8211; Visualidades / Técnicas</title>
		<link>http://www.fgs.org.br/blog/viusalidades-tecnicas</link>
		<comments>http://www.fgs.org.br/blog/viusalidades-tecnicas#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 22:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[EXPOSIÇÃO As transformações históricas, econômicas, sociais e tecnológicas posteriores às duas grandes guerras do século XX modificaram profundamente as condições de percepção e de perspectivação do fazer artístico. Na contemporaneidade algumas manifestações estéticas exercem decisivas influências que permitem ao cidadão comum descobrir humanidade na incerteza do uso da ciência e da tecnologia avançada, em especial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>EXPOSIÇÃO</h4>
<p>As transformações históricas, econômicas, sociais e tecnológicas posteriores às duas grandes guerras do século XX modificaram profundamente as condições de percepção e de perspectivação do fazer artístico.</p>
<p>Na contemporaneidade algumas manifestações estéticas exercem decisivas influências que permitem ao cidadão comum descobrir humanidade na incerteza do uso da ciência e da tecnologia avançada, em especial frente à globalização massiva que questiona, cada vez mais, a necessidade ou não da sobrevivência da criação artística independente ou consectária à economia globalizada vigente internacionalmente.</p>
<p>Assim, metaforicamente, a arte realizada hoje no Brasil permite uma forma de distanciamento às imposições estéticas estabelecidas, redimensiona os ideais cristalizados de individualidade, inventividade, racionalidade e autonomia, ruptura direta com a tradição modernista brasileira, que nascera nacionalista. Entretanto, Mário de Andrade já propunha “a afirmação de uma consciência técnica, possibilitada pela submissão do gesto criativo e do pré-conceito ao material próprio a cada ofício, inclusive o do artista”.</p>
<p>As vanguardas construtivas das primeiras décadas do século passado preconizavam uma linguagem geométrica universal, sem laivos de nacionalismos e ou xenofobismos estéticos, uma linguagem ética isenta de imposições panfletárias e ou idealizantes que apenas situavam ou transformavam as realizações artísticas em acontecimentos cronológicos datados e, muitas vezes, descartáveis da historiografia da arte.</p>
<p>Ao explorar a geometria, os avanços científicos e tecnológicos, os artistas destacam as relações multidimensionais, óticas da forma, da cor e do espaço. O uso de novos materiais e novas tecnologias apenas funciona como um elemento a mais para a composição artística, pois as pirotecnias técnicas jamais substituem o talento.</p>
<p>É impossível, na atualidade, dispensar as pesquisas e as experimentações tecno-científicas, assim idealizações tecnológicas permitem aos cientistas e aos artistas atualizados ver e sentir com antecedência o que o espectador só perceberá posteriormente.</p>
<p>De maneira geral, as criações artísticas tecnológicas dependem para existir de alguém que as toque, as ligue e ou as conecte eletricamente. Isentas de estratificações plásticas históricas, academizantes subvertem todo e qualquer tipo de conceito estético ultrapassado. Uma forma de resistência ao estabelecido a procura de novas possibilidades de relacionamento da arte com o publico, em oposição a contemplação passiva do usufruidor com o produto artístico. Desta maneira produzem fricções estéticas que ampliam as formas de convivência inter-gerações, fator diferencial para questionar a emergência de se idealizar novos repertórios de visão e significação plástica. Helio Oiticica criticava o fato da arte se preocupar apenas com a função estética, no sentido de se pensar as obras apenas como belas. Para este artista era fundamental transformar o espectador, por intermédio daquilo que ele denominava de “desestetização da arte”.</p>
<p>O artista contemporâneo deve ultrapassar a mera função técnica e facilitar ao usufruidor uma visualização estética de obras mescladas de atração e ou repulsa frente aos avanços tecnológicos, que em alguns momentos da história da evolução científica nos coloca apenas como coadjuvantes em oposição a tecnologia e a ciência que se transformam em protagonistas principais. É reservado aos novos criadores conectar, confrontar a articulação interna do momento histórico atual, que nos insere em um espaço-tempo singular de avanços técnicos, científicos e artísticos que não param de acontecer e de mudar o modus vivendi de nossa época.</p>
<p>No final do século XX, muitos artistas utilizam novas técnicas e materiais recém lançados pela industria que os induzem a questionar o simples uso de movimentos obtidos por aparelhos elétrico-eletrônicos. Mais uma vez, descortinam que a lentidão e a ausência de movimentos mecânicos tem valor, beleza e força expressiva na contemporaneidade, entendem que a desaceleração pode ser fundamental para o ato criador. Reconhecem que a velocidade e a rapidez são importantes, mas a lentidão também. Admitem, outrossim, que paralelamente à velocidade há espaços para o silêncio e a tranqüilidade nas representações visuais deste mundo hiper-rápido, estimulante, sonoro e contraditório. Para Carl Honoré “é o começo de uma mudança cultural, uma mudança no modo como entendemos o tempo, a velocidade, a quietude e a lentidão”.</p>
<p>A exposição VISUALIDADES / TÉCNICAS apresenta a produção de artistas pioneiros consagrados: Waldemar Cordeiro, Danilo Di Prete, Luiz Sacilotto, e de seus seguidores, Marcello Nitsche e Gilberto Salvador que incorporam materiais e técnicas contemporâneas em suas obras, que pensam com intensidades próximas o uso da velocidade e da quietude estética, procuram assim despertar no expectador uma emoção consciente, sem subterfúgios e ou sentimentalismos para criar novas percepções e diferenciadas dimensões criadoras &#8211; mais poéticas do que lúdicas. Visualidades-desafios que sensibilizam o usufruidor à uma emoção consciente, sem apelos dramáticos ou sentimentalismos.</p>
<p>Assim reforçam mais uma vez que a triologia, arte-ciência-tecnologia não pode ser separada, pensada isoladamente, pois intrinsecamente se complementa e se interage em múltiplos aspectos. Com a publicação em 1919 da Teoria Relatividade Geral, de Albert Einstein, além da ciência, a arte também idealiza hipóteses da inexistência do repouso absoluto do universo. Assim, o artista e o usufruidor, ativamente, subvertem visualmente a perspectiva renascentista, para captar relações, escalas e distâncias entre objetos e corpos em movimento da realidade incomensurável do espaço para dentro dos limites físicos de uma obra de arte. Passam a descobrir o espaço-tempo em movimento a partir de uma observação mais ampla, simultânea a vários pontos de visão, em oposição a um único ponto de vista da perspectiva renascentica. Desta forma a arte é ao mesmo tempo física e metafísica, objetiva e vivencial. Hoje, o atelier do artista plástico transfigura-se de oficina para laboratório de uso e pesquisa de novos materiais e técnicas. Um singular espaço para idealizações, visualidades.</p>
<p>João J. Spinelli</p>
<p>Historiador e Crítico de Arte<br />
2005</p>
<h4>DANILO DI PRETE</h4>
<p><a class="lightbox" title="Paisagem-Cósmica-1962---Danilo-Di-Prete" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Paisagem-Cósmica-1962-Danilo-Di-Prete.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-373" title="Paisagem-Cósmica-1962---Danilo-Di-Prete" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Paisagem-Cósmica-1962-Danilo-Di-Prete-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Dentro-da-Lua-nº-4---Danilo-Di-Prete" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Dentro-da-Lua-nº-4-Danilo-Di-Prete.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-362" title="Dentro-da-Lua-nº-4---Danilo-Di-Prete" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Dentro-da-Lua-nº-4-Danilo-Di-Prete-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>&#8220;Di Prete tem uma rica e sutil imaginação plástica e o que realiza aparece sempre de maneira perfeita. Esta arte é verdadeiramente sua, pois possui sua própria unidade e fisionomia. Ela é testemunha de um gosto requintado e extremamente seguro, isto é, daquilo que se deve chamar de um auto-domínio,. Tudo isto é inteligente, comedido, delicado e, para empregar a palavra de que muito gosto e aqui se impõe, poético&#8221;.</p>
<h4>GILBERTO SALVADOR</h4>
<p><a class="lightbox" title="Semente-I-Gilberto-Salvador" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Semente-I-Gilberto-Salvador.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-370" title="Semente-I-Gilberto-Salvador" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Semente-I-Gilberto-Salvador-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Cadeado-II-Gilberto-Salvador" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Cadeado-II-Gilberto-Salvador.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-360" title="Cadeado-II-Gilberto-Salvador" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Cadeado-II-Gilberto-Salvador-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Cadeado-III-Gilberto-Salvador" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Cadeado-III-Gilberto-Salvador.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-361" title="Cadeado-III-Gilberto-Salvador" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Cadeado-III-Gilberto-Salvador-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>&#8220;Nas ultimas quatro décadas a produção plástica de Gilberto Salvador registra momentos significativos da arte e da vida brasileira: a contundência documental dos anos de chumbo da ditadura nos anos sessenta; a preocupação com a crescente degradação da paisagem e do meio ambiente; o uso de materiais e técnicas avançadas, de alta tecnologia, idealizadas pelo autor a partir de 1969 para a décima Bienal Internacional de São Paulo. Todas essas fases confirmam a capacidade criadora de um artista sublevado, arrojada, que enfrenta os desafios da arte contemporânea sem se repetir ou se acomodar, maneiristicamente, com uma única fórmula ou modelo de criação artística. Nos dias atuais, novos materiais e novas técnicas incitam, mais uma vez, o artista à procura de novas formas de fazer a pensar arte&#8221;.<br />
João J. Spinelli &#8211; 2004</p>
<h4>MARCELLO NITSCHE</h4>
<p><a class="lightbox" title="Sem-titulo-2-Marcelo-Nitsche" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Sem-titulo-2-Marcelo-Nitsche.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-367" title="Sem-titulo-2-Marcelo-Nitsche" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Sem-titulo-2-Marcelo-Nitsche-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Sem-titulo-3-Marcelo-Nitsche" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Sem-titulo-3-Marcelo-Nitsche.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-368" title="Sem-titulo-3-Marcelo-Nitsche" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Sem-titulo-3-Marcelo-Nitsche-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Sem-titulo-Marcelo-Nitsche" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Sem-titulo-Marcelo-Nitsche.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-369" title="Sem-titulo-Marcelo-Nitsche" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Sem-titulo-Marcelo-Nitsche-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>&#8220;A beleza nas obras de Marcello Nitsche está nas razões que animam a técnica com que são feitas. (&#8230;) Ciência e técnica desenhadas em linguagens inventadas sob a forma artística. Marcello é o mestre da liberdade. Aquele que escreve com ar. (&#8230;) Não são imprevistos, são previsões dizendo: quando eu trabalho durante todo o tempo vai surgindo uma novidade trabalhada. O que se passa lá no interior dos espaços entre as moléculas, as suspensões, as forças de um universo inteiro de fenômenos, descritos.<br />
Contemplando estes rabiscos podemos ser possuídos por um prazer inesperado, uma visão erótica da vida e do trabalho. Dimensão humana da natureza tornada virtuosa&#8230; Marcello Nitsche é um maestro da liberdade.&#8221;<br />
Paulo A. Mendes da Rocha &#8211; 1994</p>
<h4>SACILLOTTO</h4>
<p><a class="lightbox" title="C-9984-Luiz-Sacilotto" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/C-9984-Luiz-Sacilotto.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-359" title="C-9984-Luiz-Sacilotto" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/C-9984-Luiz-Sacilotto-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="C-0001-Luiz-Sacilotto" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/C-0001-Luiz-Sacilotto.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-358" title="C-0001-Luiz-Sacilotto" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/C-0001-Luiz-Sacilotto-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Para Luiz Sacilotto o objetivo da arte &#8211; não era ser mera imitação da natureza e muito menos ser fruto de arbítrio, mas percepção e criação”. Nas suas idealizações visuais a mesma forma e a mesma cor possibilitam inúmeras leituras. O autor, com maestria, entende que a criação artística é melhor percebida em razão da diferença de cor, textura ou luminosidade das formas que as definem, pois, quando inseridas em relações cromáticas ou espaciais diferenciadas, permitem visualidades modificantes: simultaneidades que evidenciam novas relações colorísticas ou tridimensionais e marcam, definitivamente, sua contribuição para as artes visuais do Brasil da segunda metade do século XX.<br />
João J. Spinelli &#8211; 2005</p>
<h4>WALDEMAR CORDEIRO</h4>
<p><a class="lightbox" title="Retrato-de-Fabiana" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Retrato-de-Fabiana.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-364" title="Retrato-de-Fabiana" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Retrato-de-Fabiana-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Retrato-de-Fabiana-(-Variante-)" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Retrato-de-Fabiana-Variante-.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-363" title="Retrato-de-Fabiana-(-Variante-)" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Retrato-de-Fabiana-Variante--150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="lightbox" title="Transformação-em-grau-zero" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Transformação-em-grau-zero.jpg" rel="lightbox[153]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-371" title="Transformação-em-grau-zero" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Transformação-em-grau-zero-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>&#8220;Seria o artista um esboço imperfeito de uma máquina de criar à qual recorremos pela falta de melhor? E que papel representará ele num universo do artifício total?<br />
A obra de Waldemar Cordeiro prefigura a evolução das imagens artificiais ou naturais, criando todas as etapas intermediárias, esquemas fabricados automaticamente com base numa fotografia ou reciprocamente. É assim que por um processo de manipulação dos pontos de uma imagem, Cordeiro os quantifica por meia-tintas, depois os submete à derivação de sua granulação em função de sua posição que faz emergir os contornos, e ainda duas outras derivações. A imagem torna-se então apta a todas as manipulações permitidas pelo sinal eletrônico. Ele situa-se destarte no campo dos possíveis, mostrando que se pode ir longe na arte de fascinar. Pois se tais imagens me seduzem, sei que, por trás de cada uma delas existem variações que basta pesquisar.<br />
As imagens aqui expostas não são fechadas em si mesmas; elas exemplificam uma arte toda de artifício que segue rumos bem diferentes do imaginário artístico tradicional. O caminho do arbitrário nela passa através da ordem e não há ponto, mancha ou cor que não tenha sido levado em conta, conscientizado pelo ordenador de formas: não é mais o resultado de uma continuidade espontânea do movimento de sua mão, porém de uma vontade de forma; faz-se necessária uma aptidão de ir além. O artista deve ir além e definir sua atividade pela idéia do exemplo antes que pela da obra.&#8221;<br />
Textos de Abraham A. Moles:<br />
- L´ART ET LE ORDINATEUR, Casterman, Paris 1971<br />
- Conferência proferida na Universidade de Montreal, Canadá &#8211; selecionados pelo autor numa homenagem pessoal à obra de Waldemar Cordeiro, Setembro de 1973.</p>
<h4>PATROCINADOR E APOIO CULTURAL</h4>
<p>Engevix</p>
<p>Instituo Cervantes e Dan Galeria</p>
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		<title>2004 &#8211; Viola</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 22:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto: A Praça dos Artistas, na Vila Cretti, recebeu, no último semestre de 2004, a escultura intitulada &#8220;Viola&#8221;, obra do artista Aldemir Martins. Este projeto, de execução e instalação da escultura, realizado pela Fundação Cultural e Artística Gilberto Salvador especialmente para Barueri, foi um presente ao artista para a cidade que aprendeu a admirar. Desenhou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Texto:</h4>
<p>A Praça dos Artistas, na Vila Cretti, recebeu, no último semestre de 2004, a escultura intitulada &#8220;Viola&#8221;, obra do artista Aldemir Martins.<br />
Este projeto, de execução e instalação da escultura, realizado pela Fundação Cultural e Artística Gilberto Salvador especialmente para Barueri, foi um presente ao artista para a cidade que aprendeu a admirar. Desenhou uma viola e a imaginou em uma praça pública. O desenho foi transformado em escultura e o projeto foi construído na Praça que irá abrigar o “Jardim dos Artistas”.<br />
No “Jardim dos Artistas” a viola interage também com um projeto de paisagismo, desenvolvida pela Fundação, e exposição de obras de artistas locais. A escultura foi inaugurada dia 14 de dezembro às 15 horas.</p>
<h4>Dados Técnicos:</h4>
<p>A obra que tem quase 5 metros de altura, foi construída GRC (Cimento Portland CP V (ARI) aditivado com Polímeros Acrílicos e Super Plastificante e reforçado com um teor de 5% da massa total com fibras de vidro AR &#8211; álcali resistente).<br />
Faz  parte integrante do sistema de instalação de painéis em GRC, quadro  de aço tratado em seu verso denominado “Stud Frame”: quadro metálico em aço galvanizado percorrendo todo o perímetro do painel e reforçado em seu interior de acordo com especificação da dimensão de cada painel. A função deste sistema é dar flexibilidade de ajustes à estrutura e absorção de cargas, como o vento, dilatação térmica, carga própria gravitacional, etc</p>
<h4>Processo e Instalação</h4>
<p><a class="lightbox" title="04_desenho_aldemir_viola" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_desenho_aldemir_viola.jpg" rel="lightbox[151]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-346" title="04_desenho_aldemir_viola" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_desenho_aldemir_viola-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a><a class="lightbox" title="04_projeto_aldemir_viola" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_projeto_aldemir_viola.jpg" rel="lightbox[151]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-348" title="04_projeto_aldemir_viola" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_projeto_aldemir_viola-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="04_maquete_viola_03" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_maquete_viola_03.jpg" rel="lightbox[151]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-347" title="04_maquete_viola_03" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_maquete_viola_03-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a></p>
<p><a class="lightbox" title="04_aldemir_viola24" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_aldemir_viola24.jpg" rel="lightbox[151]"><img class="alignnone size-medium wp-image-345" title="04_aldemir_viola24" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_aldemir_viola24-219x300.jpg" alt="" width="190" height="262" /> <a class="lightbox" title="04_aldemir_viola" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_aldemir_viola.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-343" title="04_aldemir_viola" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_aldemir_viola-199x300.jpg" alt="" width="177" height="263" /></a><br />
</a></p>
<p><a class="lightbox" title="04_aldemir_viola01" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_aldemir_viola01.jpg" rel="lightbox[151]"><img class="alignnone size-medium wp-image-344" title="04_aldemir_viola01" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/04_aldemir_viola01-300x213.jpg" alt="" width="366" height="259" /></a></p>
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		<title>2004 &#8211; Trajetória Feminina</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 22:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<h4>TEXTO</h4>
<p>A linha curva sensual perpassa toda a obra do artista plástico Gilberto Salvador. Desde o início de sua carreira vitoriosa – mesmo em sua produção mais engajada politicamente contra a ditadura militar – as linhas curvas e as formas femininas prevalecem, marcas indeléveis deste criador. Nesta fase o pintor, com cores incomuns, reforça a significativa participação da mulher brasileira num dos períodos mais difíceis de nossa história. Com coragem, ousadia e composições diferenciadas contrapõe a representação feminina ás poderosas armas usadas pelos militares brasileiros para intimidar a população, uma declarada oposição do artista à denominação e ao arbítrio daquela época.<br />
Assim os desenhos, gravuras, pinturas e esculturas de Gilberto Salvador registram plasticamente momentos expressivos da arte e da vida brasileira: a contundência documental dos anos sessenta, a preocupação com a crescente degradação da paisagem e do meio ambiente e o uso de materiais e técnicas avançadas, de alta tecnologia nas obras idealizadas pelo autor, em 1969, para a Décima Bienal Internacional de São Paulo, confirmam a capacidade criadora de um artista sublevado, arrojado, que enfrenta os desafios da arte contemporânea sem se repetir ou se acomodar com uma única forma de fazer e pensar a arte.<br />
Para o artista, a obra de arte tem um compromisso “com sentimentos, emoções, conceitos e razões filosóficas – politicamente engajadas a uma linguagem brasileira, não colonialista”.<br />
Reconhecida por importantes críticos e historiadores de arte (que documentaram a produção inovadora de Gilberto Salvador nos trinta e nove anos de sua carreira) a obra deste artista está presente nos acervos dos mais importantes colecionadores e museus de arte do Brasil: Pinacoteca do Estado, Museu de Arte Brasileira e entre outros o Museu de Arte de Arte de São Paulo – MASP.</p>
<p>Por isso, a exposição Trajetória/Femina destaca aspectos relevantes da participação de Gilberto Salvador no cenário, da arte brasileira das últimas décadas.</p>
<p>João J. Spinelli<br />
Historiador e Crítico de Arte</p>
<h4>OBRAS</h4>
<p><a class="lightbox" title="A Entrada" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/A-Entrada.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-314" title="A Entrada" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/A-Entrada-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="Araucária" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Araucária.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-315" title="Araucária" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Araucária-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="Bang Bang" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Bang-Bang.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-316" title="Bang Bang" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Bang-Bang-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a></p>
<p><a class="lightbox" title="Blue Velvet" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Blue-Velvet.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-317" title="Blue Velvet" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Blue-Velvet-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="Circular-I" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Circular-I.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-319" title="Circular-I" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Circular-I-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="Element.-Paisag" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Element.-Paisag.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-322" title="Element.-Paisag" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Element.-Paisag-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a></p>
<p><a class="lightbox" title="Horizonte Vermelho" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Horizonte-Vermelho.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-323" title="Horizonte Vermelho" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Horizonte-Vermelho-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="La-Femina-III" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/La-Femina-III.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-324" title="La-Femina-III" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/La-Femina-III-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="La Femina V" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/La-Femina-V.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-325" title="La Femina V" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/La-Femina-V-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a></p>
<p><a class="lightbox" title="La-Femina-VI" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/La-Femina-VI.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-326" title="La-Femina-VI" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/La-Femina-VI-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="Ninfa-Rubranegra" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Ninfa-Rubranegra.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-327" title="Ninfa-Rubranegra" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Ninfa-Rubranegra-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="O-Descanço" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/O-Descanço.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-328" title="O-Descanço" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/O-Descanço-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a></p>
<p><a class="lightbox" title="O-Penacho-Brasileiro" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/O-Penacho-Brasileiro.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-329" title="O-Penacho-Brasileiro" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/O-Penacho-Brasileiro-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="O-Seu-Céu" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/O-Seu-Céu.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-330" title="O-Seu-Céu" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/O-Seu-Céu-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="Prazer-da-Luz" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Prazer-da-Luz.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-331" title="Prazer-da-Luz" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Prazer-da-Luz-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a></p>
<p><a class="lightbox" title="Vento-Piu-Vento" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Vento-Piu-Vento.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-332" title="Vento-Piu-Vento" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Vento-Piu-Vento-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> <a class="lightbox" title="Zet-Branco" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Zet-Branco.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-333" title="Zet-Branco" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Zet-Branco-150x150.jpg" alt="" width="121" height="121" /></a> <a class="lightbox" title="Zet" href="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Zet.jpg" rel="lightbox[149]"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-334" title="Zet" src="http://www.fgs.org.br/blog/wp-content/uploads/Zet-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a></p>
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